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A maioria dos estrangeiros residentes na Galiza provêm de Portugal e do Brasil

  1. (-)  Uns apontamentos necessários e clarificadores.

    1- Nos últimos quatro anos algo mais de 23000 estrangeiros na Galiza, passaram a terem a nacionalidade espanhola com o que deixaram de aparecer nos censos como tais. Havendo nessa incorporação de estrangeiros muita nacionalidades incluídos não poucos africanos, ha que destacar e apontar que o seu número principal foi o de latinoamericanos, ainda mais agressivos com a língua espanhola que os próprios castelhanos, e isso que muitos dos novos nacionalizados eram de línguas quichua, aimara e outras nativas americanas.

    2- A mais grande parte dos portugueses que moram na Galiza, estão fazendo-o em inúmeras aldeias de concelhos próximos da raia (o 70% do portugueses moram em aldeias galegofalantes), e o seu comportamento é absolutamente normal, mantenhem os seus registos fónicos, com normalidade. Outra cousa é o caso dos seus filhos (como aliás os filhos dos galegos, após passarem pela maravilhosa escola nacional espanhola que se gasta na Galiza).

    3- Os Lusófonos que moram no espaço urbano, em geral todos, procuram falar o espanhol o melhor que poderem, com os nativos; por duas razões: a) O racismo espanhol anti-lusófono, muito bem incutido na Galiza (como elemento chave na nosso balizamento espanhol). b) Para não serem confundidos com aldeãos de lugares terremotos (tipo por ex.para os de Pontevedra Cuspedrinhos), pois nenhum lusófono quer que o confundam com galego aldeão, é dizer de pobre línguagem e cultura,juma pessoa que eles -procedentes de espaços normais- acham deve estar entupida de complexos.

    E isso existe,,, ou se não como se ia acreditar que os galegos e galegas se esforçarem tanto para que os seus filhos não crescerem na sua língua... O sucesso é maravilhosos, nos comedores de reparto de alimentos a necessitados que há em vilas e cidades, a pedirem só se achegam falantes de castelhano...os falantes de galego ainda tenhem um mundo mais solidário e nutridor. O espanhol não dá de comer em nenhures a nossa língua sim.

    Porém essas questões psicológicas fulcrais que se vivem, é algo que não é enfrentado na Galiza por ninguém, além do reintegracionismo, e as instituições todas, incluídos partidos como anova, bloco, e outras tipo ILG ra ,etc. subliminalmente reforçam-no.
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    fai 21 horas 21 minutos por josedenocelhe
  1. (-)  é muito difícil, tal e como está o estado ortofónico do português na GZ que um português julgue que o português da galiza não é uma variedade/pronúncia do espanhol. Também está o que diz o Vitinho, um emigrante nunca vai falar a língua de origem, supõe um estigma a mais.
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    fai 22 horas 20 minutos por brianhabana

Fundador do Facebook surpreende ao falar mandarim em Pequim

  1. (-)  È listo. o mandarim já é a língua estrangeira que mais cresce nos estados unidos. O FMI já colocou a China como a primeira potência económica do planeta
    eleconomista.es/internacional/noticias/6142651/10/14/China-pasa-a-ser-F
    #1 votos: 2, karma: 44 + infolink
    fai 20 horas 53 minutos por josedenocelhe
  1. (-)  O ghicho é espilido e sabe onde é que se vai mover a pa$$ta nas próximas décadas..

    Aqui os de Galicia Vilingüe dirão que "los niños no te tienen capacidá pá aprender tantas lenguas estranjeras, que lu que tienen que aprender son matemáticas y castejano para cuando te tengan que emigrar" ... {tongue}
    #3 votos: 1, karma: 32 + infolink
    fai 19 horas 41 minutos por Global_Queer

Ghalegho, un vídeo sobre a gheada e o seseo

  1. (-)  O th é castelhano puro, deveria estar completamente proibido na norma culta. É como falar galego com acento de Valhadolid... O registro culto do galego tem q ser sesseiante sempre...

    Como falam aqui: youtube.com/watch?v=DUZw3pcVTHU
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    fai 14 horas 46 minutos por MaisUm

Dúbidas do galego: Manzaneda

  1. (-)  Deberías ter máis respecto polas opcións lingüísticas doutras persoas que falan e escriben en galego ou que traballan a prol da nosa lingua. Gostes ou non, iso que ti chamas de xeito tan despectivo "galiñol" é o idioma propio deste país e hai persoas que levan moitos anos loitando para que o galego siga a ser unha lingua viva aínda sen compartiren as túas opcións. E non por iso merecen o teu desprezo nin as túas "rexoubas". Xa é dabondo difícil e deprimente tentar levar unha vida en galego neste país para que aínda debamos aturar os teus insultos. Dígoche, como experiencia persoal, que actitudes como a túa foron as que sempre me afastaron do reintegracionismo.
    Esta é primeira vez que escribo un comentario no Chuza. Fíxenno para exixir respecto e porque xa estou cheo dos insultos que persoas coma ti arrebolan contra todo o que non se axeite aos seus dogmas lingüísticos. E fágoo por derradeira vez, pois no futuro evitarei consultar o Chuza para non ler comentarios como os teus.
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    fai 14 horas 53 minutos por pereira

Portal das Palabras: A letra g nas siglas

  1. (-)  Da Real Academia de Cultura Gallega de la Coruña..... res é mugto. lasciate ogni speranza

    Beijos Helena
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    fai 22 horas 35 minutos por helena

A maioria dos estrangeiros residentes na Galiza provêm de Portugal e do Brasil

  1. (-)  Totalmente de acordo. A língua não é apenas ortografia, é também sotaque, fonética, fraseologia, léxico, morfossintaxe...

    Mais uma vez, a minha experiência diz que nos últimos 30 anos de oficialismo nada se tem feito neste campo exceto castelhanizar e castelhanizar as falas até serem um dialeto castelhano. Talvez esse fosse o seu obejtivo, e bem que conseguiram. Se já a coisa era difícil, pois...

    Hoje todos na Galiza somos neofalantes, até os nativos de instalação como eu que não têm correspondência social. Cumpre muito esforço e muita determinação manter a língua em todos os níveis, posso garanti-lo por experiência própria aqui na minha cidades das Burgas e no meu trabalho profissional.
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    fai 15 horas 17 minutos por vitinho
  1. (-)  José, concordando contigo eu não coloco o assunto da língua em termos de dar de comer ou não dar de comer. Apenas é queremos ter língua ou não queremos? Queremos ter na Galiza um mínimo de comunidade ou não queremos? Queremos usufruir a nível internacional das possibilidades comunicaciones e culturais que nos outorgam as nossas falas galegas ou não queremos?

    A minha resposta em todos os casos foi, é e será: eu quero. Depois, se derem para comer, pois bem. Se um falante lusófono chegar a Galiza, para manter a sua língua tem que reparar que aqui também e falada e isso nos dias de hoje, por todo o exposto, não dá. E só se topar com algum falante consciente, nomeadament se reintegrante militante, é que poderá haver alguma hipótese. Falo também por experiência.

    Atualmente, em Ourense todos os moradores da rua falam só castelhano e os lusófonos logo começam, isso é produto do extermínio social do galego ou português da Galiza. Os que nos mantemos fazemo-lo por consciência, ou apenas por inércia que aos poucos vai sendo eliminada aparentemente de "maneira natural e livre", como o caso de falantes nativos de mais de 65 anos como a minha mãe, que desde este ano começou a utilizar tempos compostos dotipo "havia dito", "ham feito...", algo que ela nunca utilizara no seu português da Galiza.

    Por sinal, os meus avôs maternos, que moraram comigo nos últimos anos das suas vidas, tinham amizadas portuguesas no bairro da Ponte e não sabiam falar castelhano nem os uns, nem os outros. Era bem gratificante ouvi-los com o seu ritmo musical caraterístico, comendo as vogais átonas (e não as consoantes), marcando bem os "essessss"... Mas há uma década que todos faleceram e a nova emigração portuguesa tem amizades que falam castelhano ou uma coisa que eles reconhecem como castelhano.
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    fai 15 horas 4 minutos por vitinho
  1. (-)  Isso é simples, se se independizar (ainda que for sem nós os eunavieses ou eunaviegos), vocês para manterem o nível de vida vão necessitar o ingresso no país de 200 a 300 mil pessoas, e essas bem podiam ser lusófonas todas.
    Já sabe o caminho independência, com espanha infelizmente não dá.

    beijos Helena
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    fai 26 minutos por helena

Tatoos en galego, a lingua a flor de pel

  1. (-)  qual é a crítica construtiva? calar?, quando uma pessoa faz mal as coisas terá de ser responsabiliza por isso, eu entro todos os dias no Sermos, e não é pelo desing, que é uma merda, mas por estar escrito em galego. Somos um país de mediocres porque não somos exigentes uns com os outros.
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    fai 23 horas 27 minutos por brianhabana

Quem é inteligente ouve Radiohead, quem não é ouve Beyoncé

  1. (-)  E quem ouve Justin Bieber... que é?
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    fai 17 horas por AmilGZ
  1. (-)  Via: dn.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=4196892a
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    fai 21 horas 14 minutos por Galegoman

Ghalegho, un vídeo sobre a gheada e o seseo

  1. (-)  Pois a mim, quando vejo malta pró-academia galego-portuguesa e malta pró-academia galego-castelã a discutir, da-me por zombar da Real academia espanhola: twitter.com/cantaresdecego/status/525283505815973888 {grin}
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    fai 10 horas 7 minutos por beto

"Ghalegho"

  1. (-)  Duplicada: chuza.gl/story/ghalegho-video-sobre-gheada-seseo
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    fai 1 hora 18 minutos por bisbilhotice

300 mil espanhóis devem 80 milhões às autoestradas portuguesas

  1. (-)  Por se alghén inda non se decatou, se falan da Brisa entón falan da A3 que vai de Valença para o Porto que non hai parada de portagens, como vás imaginar que son de pagho? Así claro que fan a conta e suman non sei cantos milhoes.
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    fai 13 horas 40 minutos por o_pArAsiTo
  1. (-)  deixe estar. Se non ten parte neste asunto non se meta {grin}
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    fai 14 horas por o_pArAsiTo

Fundador do Facebook surpreende ao falar mandarim em Pequim

  1. (-)  pero o Rakhoi, o FeiKhao e mailo KhWares recomendan non nos deixar levar por novas modas e lembran que para enterdermos o melhor é o vilinguismo
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    fai 20 horas 3 minutos por o_pArAsiTo

300 mil espanhóis devem 80 milhões às autoestradas portuguesas

  1. (-)  Pois que paguem...
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    fai 14 horas 11 minutos por MaisUm

Ghalegho, un vídeo sobre a gheada e o seseo

  1. (-)  Ariano serás tu e a mae que te pariu...

    Ah, e ninguem disse que fosses anti-lusófono por falar com th, só que esse jeito de falar, isola o galego, não permite a comunicação internacional, deixa-o com uma lingua rara no contexto internacional do galego-portugues
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    fai 14 horas 41 minutos por MaisUm
  1. (-)  Vetar nunca, como ías vetar? Vetar vetam os do gallego de valhadolid... Mas, uma norma culta temos que ter, todos os Países têm, e aí o sesseio é central para estabelecer essa norma culta como já está estabelecendo muito acertadamente a gente da Academia Galega da Língua Portuguesa.

    academiagalega.org/
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    fai 14 horas 15 minutos por MaisUm

A maioria dos estrangeiros residentes na Galiza provêm de Portugal e do Brasil

  1. (-)  Fico com este parágrafo muito interessante: "nos comedores de reparto de alimentos a necessitados que há em vilas e cidades, a pedirem só se achegam falantes de castelhano...os falantes de galego ainda tenhem um mundo mais solidário e nutridor. O espanhol não dá de comer em nenhures a nossa língua sim."

    O galego aldeão mais velho pode ser pobre de cultura (académica digamos pois o conceito de cultura é bem relativo) mas de pobrezinhos não tem nada. É gente proprietária das suas terras (questão nada menor), inserida numa comunidade e com um sentido do aforro e da economia que já quiseram para si nem em sonhos todos esses castelhano-falantes hipotecados até os dentes das cidades...

    E sim, concordo em que é fundamental desmontar esse mito (FALSO) que associa castelhano a pessoas cultas e ricas e galego a pessoas pobres e incultas. Aí é onde há que incidir como bem indica Ceso Cáccamo neste video que não me canso de divulgar: youtube.com/watch?v=ivVdmGj3Xs4
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    fai 12 horas 7 minutos por MaisUm
  1. (-)  "extermínio social" uff que medo... linguagem assustadora a sua ...
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    fai 12 horas 1 minuto por MaisUm

Dúbidas do galego: Manzaneda

  1. (-)  Respeito?

    Por quê? Por quem?

    Pola destruição premeditada do galego?? : chuza.gl/c/97320

    Pola colaboração consciente ou inconsciente nessa tarefa??

    Olhe: já acabei o meu respeito e a minha paciência e já o dissem bem claro: as 'dúvidas' do galiñol, que as entenda quem as quiser.

    Eu não, porque para mim isso nem é galego, nem o caralho de Corme, ponhades-vos como vos ponhades.
    Já ando farto de tanta tontaria e tanto orgulho fátuo enquanto vos importades um caralho por melhorar esse galego que dizedes defender [que já levades mais de três décadas com o mesmo conto e cada vez a pior, óstia!] e muito por defender esse vosso orgulho ridículo.
    Menos léria, menos "machitos" feridos e mais estudar, cona.

    Porque a ver se aprendedes de vez: O respeito ganha-se! E fazendo cada dia o ridículo isso é simplesmente impossível.

    E se por lhe doer que lhe digam a verdade à cara não quer voltar a ler o Chuza ou qualquer outro meio onde se denuncie o calote linguístico galiñolento, pois é o seu problema!

    Bom vento!
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    fai 12 horas 30 minutos por Global_Queer

A maioria dos estrangeiros residentes na Galiza provêm de Portugal e do Brasil

  1. (-)  O melhor que lhe poderia acontecer ao galego é que nos invadissem subitamente dous ou três milhões de portugueses e brasileiros, porque com o que há aqui não dá.
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    fai 2 horas 38 minutos por Global_Queer

Chuza