comentários mais valorados 24 horas

O presidente da Xunta recibe ao número 2 do Vaticano

  1. (-)  Se não fosse um narco-presidente enviariam o número 1 {wink}
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    fai 13 horas 22 minutos por koro

AGE anima a Feijóo a denunciar a Beiras: ´ Así fainos a campaña ´

  1. (-)  non ten...!
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    fai 8 horas 11 minutos por xOsse

Sés - Co Xenio Destrozado

  1. (-)  do artista -> da artista
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    fai 16 horas 35 minutos por koro

Espanha nom pode obrigar Olazagutia (Navarra) a colocar a bandeira de Espanha porque a sentença nom é firme

  1. (-)  Según ha explicado, "cuando éste falle favorablemente a la Delegación entonces es cuando se podrá pedir que se coloque la bandera de España".

    Vaia lapsus nom ter feito a frese em condicional {roll}
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    fai 17 horas por alvinzinho

Opción portugués [Manolo Fraga]

  1. (-)  Os comentários... andam doentes {grin}
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    fai 13 horas 25 minutos por koro

A nai asasina

  1. (-)  O que diga o paleto que preside a Rag sobre Otero ou sobre qualquer cousa é irrelevante. É como prestar atenção ao que pudesse dizer Mariano Ozores sobre Luis Buñúel (em espanhois para que entendas)
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    fai 14 horas 4 minutos por bisbilhotice

Carlos Vázquez Padín: #soberaniagz

  1. (-)  I+D+i, concordo. Mas a China logo vai ser o país mais potente nisso também. Eu sei de empresas de biotecnologia europeias que já fazem grande parte da sua investigação na Índia, empresas de software e de desenho web que subcontratam em Filipinas, etc. Quero dizer que a sociedade do conhecimento e tudo isso está muito bem e acho que é o caminho a seguir. Porém, isso só não amanha o problema fundamental e não há razão nenhuma para que outros não o façam também. De facto, os produtores de petróleo da Península Arábica já há tempo que andam nisso. Se vás a um laboratório nos EUA, a maioria dos investigadores são estrangeiros, nomeadamente asiáticos. Depois a maioria voltam aos seus países de origem com tudo esse conhecimento e esse know-how. E também nisso não podemos competir com um chinês ou um coreano que trabalha 12 horas por dia (trabalhar, não pintar a mona como os espanhóis), sábados, domingos e festivos... Não sendo que queiramos voltar ao século XIX, que é o caminho que levamos.
    #27 votos: 0, karma: 18 link
    fai 10 horas 8 minutos por koro
  1. (-)  com uma estratégia global europeia que permita por um lado reduzir custos e por outro aumentar produtividade

    Com todos os respeitos, isto é, simplesmente absurdo. É impossível, repitamos todos IMPOSSÍVEL, competir com países nos que impera a escravidão e a lei da selva. Onde as jornadas são de 12 ou 16 horas por dia, onde as pessoas trabalham por 20 € ao mês, onde trabalham as crianças, onde não há restrições, onde o solo é regalado, onde podes construir como lhe saia dos oblongos (ainda que depois caia tudo numa pila nas cabeças das pessoas), onde não existe legislação ambiental nem de seguridade no trabalho (ou não há quem a faça cumprir), onde os sindicatos são ilegais, onde se protestas matam-te....

    Competir com eles implicaria ser como eles. Ou jogamos todos com as mesmas regras ou a concorrência é uma simples miragem.

    A solução, como já expliquei com anterioridade é uma política de importação e uma política alfandegária baseadas no respeito aos direitos humanos e no respeito ao médio ambiente. Se se fizer adequadamente isto sim que poderia contribuir para equilibrar a balança.

    Por debaixo duns determinados limiares de respeito, embargo total, por cima desse limiar, impostos compensatórios.
    #19 votos: 0, karma: 18 link
    fai 18 horas 53 minutos por koro
  1. (-)  O que diz o Xoán praticamente não contradiz o que disse eu. A parte mais interessante da entrevista, é o tema destacado no cabeçalho: "a estratégia nacional de desenvolvimento". Uma cousa que na Galiza nunca existiu. Mas também é verdade que a Galiza não tem competências para fazer tal cousa de maneira eficiente:

    1.- A Junta não pode dispor dos recursos gerados no país, senão apenas da parte que o Estado de a bem conceder-lhe.

    2.- Quase todas as grandes empresas instaladas na Galiza têm sede social e pagam impostos em Madrid e a Junta nada pode fazer a esse respeito.

    3.- Os Estados da UE perderam o controlo da política monetária quando deixaram que apenas o BCE possa fixar os tipos de interesse e que só a banca privada possa emitir divisa.

    4.- O controlo sobre a política fiscal dos Estados é limitado, mas o da Junta da Galiza é nulo. Apenas o País Basco pode ter, até certo ponto, uma política fiscal a medida (e isso sob uma pressão enorme da Espanha e da UE).
    #20 votos: 0, karma: 18 link
    fai 18 horas 45 minutos por koro
  1. (-)  Quando começou a rugir o Tigre Celta ainda não havia euro, embora é claro que, já na década dos 2000, estar na Eurozona ajudou a atrair capital estrangeiro.
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    fai 18 horas 43 minutos por koro
  1. (-)  Pois imos todos para o Usbequistão! {lol}
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    fai 10 horas 15 minutos por koro

Por umha nova aliança pola língua

  1. (-)  Vai ler os comentários aqui:

    galiciaconfidencial.com/nova/14422.html
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    fai 9 horas 12 minutos por koro
  1. (-)  A maioria dos reintegracionistas não são nem nunca foram fanáticos. De facto, uma das mais poderosas razões polas quais o reintegracionismo conseguiu atrair muita malta desde que existe a Internet é pola excepcional qualidade intelectual de muitos dos vultos mais conhecidos assim como também de muito pessoal anónimo que foi aderindo a esta estratégia.

    E se a minoria fanática não se vendeu, a maioria racional também não se vendeu. Se a minoria fanática trabalhou, também trabalhou a maioria racional. Deixo que cada qual decida qual dos dous grupos resulta mais persuasivo e aglutina mais vontades.

    Eu não tenho mérito nenhum desde que nunca participei no reintegracionismo organizado. E nunca me atribui mérito nenhum. Também não me parece que Teresa Moure e muitas outras pessoas que vão chegando se atribuam mérito nenhum. Simplesmente constatam que cada vez há mais pessoas dentro do reintegracionismo organizado com quem se pode falar e com quem se pode trabalhar sem ser permanentemente insultado.

    Eu sempre disse que se a ponte para o inimigo que foge deve ser de prata, a do inimigo que deserta para unir-se a nós deve ser de ouro.

    Deixo aqui este comentário copiado e colado do GC:

    O peteiro feroz

    Estais fodidos, meus, o vosso choio vai-se acabando. E se «os cepillais la ILP» deturpando-a, a cousa ainda vai ser pior, porque a malta vai cair da burra olhando como a via institucional está esgotada acabando de deslegitimar as já denostadas RAG, ILG, CCG. Oxalá não deixeis as rádios e TVs portuguesas, nem o próximo ano esteja o português no ensino, porque então não imos ter conflito, imos ter guerra aberta e levais as de perder.

    galiciaconfidencial.com/nova/14422.html

    Agora, gostaria de saber se alguma pessoa com um mínimo de honestidade intelectual pode negar que isto é de psiquiátrico. Já não falo de oportunidade política (em senso amplo), nem de educação...
    #13 votos: 0, karma: 18 link
    fai 8 horas 57 minutos por koro
  1. (-)  Sim, por disparar contra o mensageiro...
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    fai 6 horas 56 minutos por koro

Formada em Okinawa organização que busca independência do Japão

  1. (-)  Okinawa mola. Uma gentinha do mais pachorrenta e as melhores espadas samurai... {grin}
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    fai 9 horas 43 minutos por koro

escracheFeminista para Gallardon com o assalto da polícia

  1. (-)  Mais uma vez, flipas com os comentários do Hespañistán profundo...
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    fai 6 horas 58 minutos por koro

Carlos Vázquez Padín: #soberaniagz

  1. (-)  Política alfandegária já existe e acho bem que se prime a questão dos direitos humanos e sociais mas quando falo de reduzir custos não é necessáriamente no aspecto de salários, há outras cousas, e mesmo reduzindo determinados salários (começando pelos de acima) não significa que nos tenhamos que pôr ao nivel da China (onde por certo os salários são cada vez mais altos) ou do Brasil (onde o salário mínimo anda já pelos 600 RS, perto de 400€). Todos estes países querem viver melhor e a tendencia é para eles melhorarem também as condições de vida.

    O outro aspecto é o da produtividade, I+D+i, desenho... valor agregado em definitiva, no que a Europa precisa investir mais pois os outros tambem andam melhorando muito nisso.

    Eu sei que todo isto de competir uns com os outros é uma merda, etc mas é o mundo no que vivemos e o capitalismo tem imensas cousas ruíns mas tem uma cousa boa que eu sempre defendo: permite a melhora e a inovação permanente. E a inovação é neutra, pode ser usada para cousas boas (reduzir poluição, energias renováveis, curar doenças, melhorar as condições de vida das pessoas e dos animais, etc, etc) ou más...

    O gráfico que coloquei antes mostra que há uma certa correlação (curiosa) entre riqueza per cápita num país e distribuição mais igualitária da renda:

    economy.blogs.ie.edu


    Eixo vertical: Renda/Per cápita
    Eixo Horizontal: I. de Gini de desigualdade económica (0=Nenhuma desigualdade, 1=Total desigualdade)

    --
    #22 votos: 0, karma: 16 link
    fai 11 horas 12 minutos por MaisUm
  1. (-)  Concordo que sem termos uma Galiza independente com Estado próprio é muito complicado ter uma estratégia de nada...

    Ainda que se nestes últimos 25 anos tivessemos um governo na Xunta comandado por um partido nacional galego que tivesse criado boas estruturas de estado, evidentemente a situação seria hoje outra e as condições para avançarmos cara a independência seriam também outras.
    #23 votos: 0, karma: 16 link
    fai 11 horas 5 minutos por MaisUm
  1. (-)  Sobre a UE, concordo em que tem muitas falhas, a primeira falha é a do imenso défice democrático que tem que ser corrigido dando soberania plena ao parlamento para que seja alí onde realmente se decidam as políticas globais europeias.

    Mas, na minha opinião, o balanço global da UE como projeto de futuro é muito positivo. Sobre isso tenho um livrinho que não foi publicado pero que aguardo publicar...
    #24 votos: 0, karma: 16 link
    fai 10 horas 51 minutos por MaisUm
  1. (-)  Pode ser que a Irlanda tenha umas elites de direita (direita que na praxe provavelmente seja mais esquerda que os que na America Latina vão de esquerdistas e até de revolucionários...) mas hoje por hoje a Irlanda tem uma das maiores rendas per cápita do mundo e uma desigualdade económica não superior muitos outros países da UE. Acho que o debate ía mais por aí, mas sempre é bom ampliar aportações...
    #30 votos: 0, karma: 16 link
    fai 1 hora 11 minutos por MaisUm
  1. (-)  Não está mal ainda que Dinamarca ou Noruega tampouco estão mal. {smiley}
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    fai 10 horas 12 minutos por MaisUm
  1. (-)  Estou vendo aqui que desde as eleições de 2011 há na Irlanda um governo de coaligação de Demo-cristãos com Laboristas. Vamos, um governo ultra-reacionário... Pena não termos um Hugo Chavez na Irlanda, salvaria ao país da misséria e desigualdade na que vive...

    en.wikipedia.org/wiki/Irish_general_election,_2011
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    fai 45 minutos por MaisUm

ContraMINAçom convoca grande manifestaçom para travar mineraçom selvagem promovida pola Junta

  1. (-)  Principal responsável da desfeita. Este elemento:

    laopinioncoruna.es/economia/2011/04/05/tercio-90-firmas-optaron-concurl
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    fai 10 horas 15 minutos por MaisUm

Por umha nova aliança pola língua

  1. (-)  pois a de ghamaos que hai defendendo a existencia de deus e mire, o 80% dis que é crente e moi poucos sinten que tenhan relación cos talibáns...

    é umha falacia, por que un ghamao é reintegrata eu que som reintegrata som um ghamao
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    fai 1 hora 21 minutos por eumesmo1

Carlos Vázquez Padín: #soberaniagz

  1. (-)  Nom pensará que um marcha do Império Britânico assi pola cara e já monta o chiringo de zero. Diga-me algum país do Império que rompera todo laço coa metrópole (ele próprio, nom que as elites britânicas foram sustituídas por poderes americanos). É um pouco injusto omitir isto. Nom é o mesmo sair da órbita germânica mercê às obtusas políticas "pangermânicas" e coa posterior ajuda da URSS (e antes dos britânicos), que ficar na retaguarda da Grã-Bretanha e nom ter aliança internacional algũa onde repousar. Já é quase milagro que sejam república. E se nom lhe parecer mal (rogo-lho), som república desde 1945 ou assi, até entom desde 1920 eram estado livre, ou seja, continuavam a ser monarquia.

    Por demais, omitiu na lista que a moeda irlandesa apenas deixou de ser a esterlina em 1973, co ingresso na CEE, que se desligou.

    Se fossem poucas desgraças, o país ficou baixo os competentes mandados e directrizes da Igreja Católica, especialista em afundir absolutamente todo. Ela própria se a deixam.

    Digo eu isto para nivelar um pouco a cousa. E suponho que mesmo nestas, estarâm melhor assi que a fazer parte do Reino Unido.

    E penso que tamém deveria ter falado do genocídio do século XIX ("alcunhado" de a grande fame, foi um genocídio com todas as letras, que baixou a populaçom da ilha de 8 para 4 milhões de pessoas, ainda nem se recobrárom).
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    fai 2 horas 44 minutos por josinho

Chuza