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Rodolfo López-Veiga dirigiu o 22 de julho de 1961 a estreia da obra na Galiza, numa Praça da Quintá em Compostela ateigada por mais de 7.000 pessoas e converteu-se num ato de afirmação galeguista que levantou suspeitas nas autoridades do regime. O 'Sindicato del Espectáculo de Falange' autorizara a representação da obra ao grupo de teatro de Cantigas e Agarimos três días antes da estreia, grupo com atores não profissionais que reclutara o próprio López-Veiga.