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Suprema Corte da Irlanda nega a mulher com esclerose direito à eutanásia

A Suprema Corte da Irlanda negou nesta segunda-feira a uma mulher com esclerose múltipla em estágio avançado o direito à eutanásia, alegando que a lei no país não permite o suicídio assistido. Marie Fleming, de 59 anos, já tinha perdido o caso em um tribunal da capital da Irlanda, Baile Átha Cliath, em janeiro, mas decidiu apresentar um recurso à mais alta corte do país. Caso seu marido a ajude a encerrar a própria vida, ele pode ser sentenciado a 14 anos. O suicídio foi descriminalizado na Irlanda em 1993.

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Papa diz que aborto, eutanásia e casamento gay afetam a paz mundial

Afirmações estão em discurso pela Jornada Mundial da Paz. 'Quem quer a paz não pode tolerar atentados e delitos contra a vida', disse.

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A lei de morte digna outorga a enfermo terminal dereito a decidir pero 'Pajín' descarta que despenalice a eutanasia

A Lei garante unha serie de dereitos para as persoas que están na fase final, entendendo como tal "a fase gradual que precede á morte e que se manifesta clinicamente por unha deterioración física grave, debilidade extrema, trastornos cognitivos e de consciencia, dificultade de relación e de inxesta e prognóstico vital de poucos días".

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Escolher a morte: um debate europeu

Inúmeros europeus procuram no estrangeiro ajuda para pôr fim aos seus dias, agora que cada vez mais países autorizam a eutanásia. | Em galego: presseurop.eu/pt/content/article/487521-escolher-morte-um-debate-europu

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Encontrada vala com 220 vítimas dos nazis no Tirol

Uma vala comum com 220 corpos, supostamente de vítimas do chamado “Programa de Eutanásia” nazi, foi encontrada na zona do Tirol, na Áustria. Os corpos foram descobertos na sequência de obras que se estavam a realizar no local e a vala comum estará relacionada com o programa do regime nazi para assassinar pessoas consideradas incapacitadas, com deficiência física ou mental, muitas delas menores. Os corpos terão sido ali enterrados entre 1942 e 1945. As autoridades austríacas ordenaram a interrupção das obras no local.

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Bebê é o primeiro a morrer na Argentina após adoção da lei da 'morte digna'

Foi anunciada nesta sexta-feira, na Argentina, o falecimento do bebê Camila Sánchez Herbón, de três anos, símbolo da luta pela lei da "morte digna", aprovada há quatro semanas pelo Congresso do país. A criança, que vivia em estado vegetativo, teve os aparelhos que a mantinham viva desligados, na primeira morte autorizada após a adoção da nova legislação. "Ela partiu em paz e deixou direitos para todos", disse a mãe. O bebê vivia em estado vegetativo, sem atividade cerebral, desde que nasceu. Os problemas foram consequência de um erro médico.

Chuza