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Por que o chaman Manzaneda se non hai mazás?

Os lingüistas do Proxecto Gaelaico argumentan que o topónimo deste lugar podería ter a súa orixe no gaélico escocés ‘Màm Sneachda’ e no gaélico irlandés ‘Mám Sneachta’ que significan montaña redondeada de neve. Estraña atopar un topónimo claramente castelán en Galicia cando hai unha chea de topónimos en Galicia cos vocábulos galegos maceira, mazaira, maciñeira ou as súas variantes e derivados.

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Português a quarta língua mais falada no mundo

O português é atualmente a quarta língua mais falada no mundo, segundo dados apresentados na exposição “Potencial Económico da Língua Portuguesa” - instituto-camoes.pt/images/pdf_noticias/expopelp_pefev14.pdf -, em exibição no Parlamento Europeu. A língua portuguesa atingiu a sua plena identidade linguística no início dos Descobrimentos, no século XV, e hoje é usada por mais de 250 milhões de pessoas como idioma oficial. Este universo de falantes representa mais de 7% da superfície continental da Terra.

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PP exclui língua galega da avaliaçom para gerir escola infantil da Agra do Orçám

O governo municipal do Carlos Negreira (PP) demonstra mais umha o vez o seu absoluto desprezo pola cultura e língua galega. É através do caderno de condiçons administrativas regulador do contrato de gestom indireta, via concessom administrativa, da Escola Infantil da Agra do Orçám. No caderno a referência á língua galega é diretamente eliminada, embora sim é valorizado com até dez pontos, no termo quarto do carderno, um "projeto de aproximaçom à língua inglesa".

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A língua dos camarões

«Fum ao rodízio que abriu na nossa rua, o que tem no logótipo um candeeiro de cor verde muito rechamante. Como estavam de estreia, a cada cliente dérom-lhe um livrinho de apresentaçom em cujas orelhas havia fotografias da equipa do local. Foi um bom detalhe... mágoa de gralhas!». Rodízio? Candeeiro? Orelhas? Gralhas? Estám estas palavras mal utilizadas? Numha situaçom normal, umha língua viva dá novos significados às suas palavras. Porém, o galego da Galiza, devido à histórica pressom do castelhano, mantivo significados restritos.

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Valentina Formoso e Xaquín Loredo_ A fractura da transmisión interxeracional da lingua galega vídeo

Canto, cando, como -Xaquín Loredo. Sociolingüista da Real Academia Galega (RAG) -Valentina Formoso. Sociolingüista, profesora e coordinadora xeral da CGENDL -Presenta: Isabel Vaquero no X Curso de verán de dinamización lingüística #traballandoenlingua 2014

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Que tal escrever "omem" sem h? E "qeijo" sem u?

Parece que o tempo do homem com “h” está mesmo chegando ao fim. Pelo menos é o que propõe uma comissão técnica do Senado Federal que estuda novas mudanças ortográficas na Língua Portuguesa. Além de querer eliminar a letra “h” do início de palavras, quer também um pedaço do queijo, ou melhor, sugere a eliminação da letra “u” da palavra queijo. A ideia da comissão nasceu com as constantes discussões em audiências públicas sobre a Reforma Ortográfica de 2009, que alterou 0,5% do vocabulário brasileiro, segundo o Ministério da Educação.

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'Sotaques do Brasil' desvenda as diferentes formas de falar do brasileiro vídeo

Série foi feita a partir da elaboração do Atlas Linguístico do Brasil. A primeira matéria da série mostra que muitos locais do país têm um jeito diferente de pronunciar a letra “R”. Tem o “R” retroflexo, popularmente conhecido como “R” caipira; o “R” carioca, que raspa no fundo da garganta; o “R” gutural, que é mais suave, ouvido em Belo Horizonte e nas capitais do Norte e Nordeste; o “R” pronunciado com a ponta da língua; e o “R” que perde vibração e quase desaparece.

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Rajói teima no uso do termo "San Ghengho"

Pouco caso fijo o presidente da Espanha, Mariano Rajói, ao esforço que os distintos governos que passaram polo município durante as últimas décadas realizaram para manter e publicitar o termo Sam Genjo (grafado como 'Sanxenxo') como nome oficial da vila turística. O máximo dirigente do governo espanhol decidiu empregar a deturpaçom castelã de "San Ghengho" ante a surpreesa de alguns asistentes, durante o discurso oferecido com motivo da entrega da Placa do Mérito Desportivo ao Real Club Náutico de Sanxenxo.

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Portugal: 6 eternas discórdias entre Norte e Sul do país

Enquanto nos primeiros anos de vida só nos costumamos relacionar com pessoas da mesma região, é em tempo de faculdade e/ou trabalho que começamos a conhecer pessoas de todo o país. É também aí que começam as disputas sobre as verdades absolutas de cada um. Nomeadamente as vocabulares: Ténis (Sul) vs Sapatilhas (Norte), Tampa (Sul) vs Testo (Norte), Cabide (Sul) vs Cruzeta (Norte), Refogado (Sul) vs Esturgido (Norte), Frigideira (Sul) vs Sertã (Norte) e Imperial (Sul) vs Fino (Norte) são as seis maiores discórdias.

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O espantoso mundo das línguas

Há milhares de línguas no mundo e apenas duas centenas de países. Há países onde se ensina uma línguas nas escolas e nas ruas ouve-se falar outra (Suíça alemã). Noutras paragens, é possível perceber as tendências políticas de cada um pela forma como escreve (Noruega). Noutros encontramos línguas diferentes na fala, mas o sistema de escrita é igual (China). Há regiões que falam uma língua que, no fundo, é português com outro nome (Galiza). Há países que pegam numa língua morta e a ressuscitam (Israel).

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Afinal, diz-se “espanhol” ou “castelhano”?

A própria Constituição Espanhola chama “castelhano” à língua oficial em toda a Espanha (co-oficial com outras línguas nalgumas regiões). Como podemos ver no mapa acima, nas regiões espanholas onde também existe outra língua oficial, usa-se preferencialmente o termo “castelhano” — isto se exceptuarmos os independentistas, que dirão “espanhol” com prazer, pois é a língua de Espanha, que não é o país com o qual se identificam. A Real Academia Espanhola, assumindo que ambos os termos são correctos e sinónimos, recomenda o uso do termo “espanhol”.

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Em petrolês nos entendemos imaxe

Quadrinho da revista Redeangola.

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Mercedes Queixas_Comeuche a lingua (inicial) o gato? [opi]

Lembremos, apenas, os datos que nos ofrecía o Mapa sociolingüístico da Galiza de 2004, da autoría da Real Academia Galega, en correspondencia cos ofrecidos no estudo precedente de 1992. Neste sentido, mentres que en 1992 o galego era a lingua inicial (primeira lingua de aprendizaxe na casa) do 60,3% da sociedade galega, unicamente o era xa do 20,6% en 2004. O galego pasou de ser en 12 anos a opción maioritaria á minoritaria como primeira lingua de relación interxeracional.

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Gonzalo Navaza: "Moito funcionariado impide a galeguización de nomes e apelidos, malia os avances lexislativos"

(publicada orixinalmente en A Nosa Terra o 27 de setembro do 2007) </i> O Grove tamén causa división. Mais nese caso o topónimo é completamente galego, está documentado e é coherente coa evolución lingüística. É certo que provén dun primitivo Ocobre mais a propia lingua galega separou ese o- inicial e converteuno en artigo. Así pasou no Irixo ou na Gudiña. Cando o castelán o deturpou e lle puxo El Grove foi xustamente por traducir o topónimo tradicional. Eu entendo que haxa xente que usa os topónimos como símbolos,

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Galeguizar a Galiza_ Facendo pé no dereito vídeo

Coa descuberta dunha placa na casa onde tivo despacho profesional don Amadeo Varela, na rúa do Progreso de Ourense, iniciáronse os actos da sétima asemblea da Irmandade Xurídica Galega. Participaron no acto a familia do homenaxeado acompañados polo presidente da Real Academia Galega, o Fiscal Superior de Galicia, o Decano do Colexio de Avogados de Ourense e o alcalde do Concello; o señor González Trigás, en nome da Irmandade Xurídica Galega, fixo unha glosa da memoria do letrado ourensán.

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Chuza