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Originalidades da língua portuguesa

O português é um produto linguístico mais antigo, bem mais antigo, do que o Reino de Portugal. Ele nasceu e desenvolveu-se num vasto território do noroeste peninsular, a Galécia Magna, que descia obliquamente da costa do Cantábrico até ao vale do Vouga, abarcando, portanto, só uma pequena parte do futuro reino português. Que nome tinha ele, então? Chamavam-lhe linguagem, uma designação neutra, que significava, simplesmente, ‘não latim’. Mas, se a língua de Afonso Henriques algum nome pudesse ter tido, era só este: galego.

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O Concello de Salceda de Caselas súmase á celebración do acto “En Galego, Agora e Sempre”

Pretende achegar o galego ao campo das defuncións e os soterramentos. Os datos neste aspecto son bastante desoladores. Só o 2% das esquelas publicadas nos medios de comunicación están en galego, e unicamente unha de cada mil lápidas está escrita no noso idioma. Así pois, este acto busca unha maior presenza da lingua galega non só en esquelas e lápidas, senon nos ramos e coroas, nos recordatorios, nos funerais e en todo o que se refire ao momento do falecemento.

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Mincinho: Fodemos

"Da igual lo del idioma"

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IES Breamo abre processo aluno por se solidarizar com ativistas pela língua

Instituto de Ensino Secundário de Breamo (Comarca do Eume) começa investigação a pedido do grupo ultra "Galicia Bilingüe" e expedienta aluno, membro de AGIR, que participou num ato solidário do #8f45anos no centro.

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Séchu Sende: "Quantos caminhos deve percorrer umha persoa para se fazer reintegrata?" vídeo

Discurso proferido polo "padrinho" do DdoOLeR'14 às portas da Catedral de Santiago de Compostela no domingo 25 de maio de 2014, Ano Santo Toalheiro. "Sentimo-nos orgulhosos por cada pessoa que dá o passo, e se volta reintegrata, e confunde o 'ç' com o 's' ou o 'ss'... e vai aprendendo a escrever, pouco a pouco [...] e dos centos de persoas que nos comentários de Vieiros, Chuza!, PGL e Facebook nos abrirom caminhos mais pop [...]".

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Os outros 200 polvos do idioma galego

Muito se tem falado nestes meses a propósito da galeguidade da palavra pulpo. A RAG emitiu um comunicado no que diz que "entre dúas voces ou variantes concorrentes, unha das cales é indubidablemente galega e diferencial e a outra dubidosa, escóllese a primeira [e que] presenta continuidade cara ao sur, no portugués". Fico por aqui, deixando-vos as formas castelhanas que mereceram o carimbo de galegas ao pé das realmente galegas que (ó, surpresa?) coincidem com as formas das outras variedades da nossa língua internacional.

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Manual de resistência a LOMCE

A federação de pais e mais de alunos da Catalunha (FAPAC), apresentou o 'Manual de Resistência Activa' contra da LOMCE, para visualizar o desconforto da comunidade educativa. Nesse documento, proponhem umas linhas fundamentais de agir, que se configuram em três âmbitos: os centros, o território achegado e a sociedade catalã em geral. Manter o modelo lingüístico com o catalão como língua veicular, e criar uma comissão mista de famílias e docentes, são algumas das ideias que se apresentam.

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Cóntoche o seu segredo - Susana H. Blanco Nigro

Onte o meu psicólogo díxome: “coñezo máis de Galiza nos seis meses que te atendo, que polo que lin en toda a miña vida”. E é que, aínda que eu vivo en Buenos Aires, teño un anaco do meu corazón ollando cara a Galicia. Son unha das tantas galegas porteñas que falan galego e, xunto co “asado” o domingo, trinco unha tortilla ou unha empanada; e se teño sorte, algunha colega invítame a unha copiña do mellor licor de café do mundo.

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Qual seria a traduçom para galego do castelhano 'vado'?

Nas variedades lusitana e brasileira da língua, a voz vau é utilizada, fundamentalmente, com o seu sentido originário, comum também ao castelhano vado, isto é, o de setor raso de um rio, mar, lago ou lagoa por onde se pode passar a pé, e ela nom adota o sentido derivado, presente no castelhano, de 'direito de passagem de veículos sobre o passeio de umha via pública'. Aconselhamos recorrer na Galiza à expressom passagem de veículos (no sentido de açom ou direito) ou à voz rampa.

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Língua de futuro, língua universal

Um professor de latim da Universidade da Corunha, natural de Goiám, confesa-me que na sua casa pavo sempre foi peru, polo frango, chícharos ervilhas e oxalá tomara. Em Rairiz de Veiga, eu próprio descobrim a galeguidade de lingüiça e maluco, ambas com o mesmo uso e significado que tenhem no Rio de Janeiro ou São Paulo. Até agora o galego era visto como atraso e o castelhano como invasor. Por que nom olhar em positivo? Somos o único país do mundo onde som faladas as duas línguas romances mais universais.

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Gestos obscenos ao redor do mundo imaxe

Assim como diversos elementos da cultura, ofensas e palavrões gestuais também possuem diferentes versões e interpretações dependendo do país em que você estiver. No infográfico você vai conhecer alguns gestos que podem soar bem obscenos e ofensivos pelo mundo.

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Empanada gallega

Em galego nom podemos aceitar as denominaçons empanada e empanadilha por serem claramente castelhanas, e nom galego-portuguesas (repare-se nos castelhanos n intervocálico e sufixo -ilha dessas formas). Por conseguinte, para designarmos em bom galego-português da Galiza as especialidades culinárias galegas cujos nomes castelhanos som empanada e empanadilla, recorreremos, recorreremos, respetivamente, às formas genuínas galego-portuguesas empada e empadinha.

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Artur Mas solicita ingresso da Catalunya na francofonia

Mas demanda o ingresso da Catalunha na Francofonia. O presidente catalám solicita o estatuto de “convidado especial” da organizaçom. A Generalitat vai apresentar a seua candidatura à comunitade de fala francesa. Se a petiçom é aceitada, Mas irá em novembro à cimeira de Dakar. O presidente nom consultou a sua iniciativa com os partidos catalães. O líder de CiU tinha-se zombado da ideia quando a plantejara Pasqual Maragall, o anterior presidente do país. A Generalitat reconhece que apenas estudam francês os 6% dos alunos nas escolas.

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O galego-português existe?

Galego e português funcionam largamente com um único sistema. Podemos dar-lhe o nome de galego-português, embora não sem alguma reserva. Essa designação foi forjada, ainda no século XIX, por Carolina Michaëlis, grande filóloga de origem alemã. É uma designação de compromisso. A esmagadora maioria dos poetas era galega, mas o Reino de Portugal já estava fundado. Carolina terá intuído que chamar galego àquele idioma podia ferir susceptibilidades na sua segunda pátria.

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Há necessidade de incorporarmos ao galego a formula de agradecimento 'obrigado/a'?

Nom é verdade que hoje em dia esteja plenamente vigente em galego a fórmula interjetiva de agradecimento do galego-português medieval graças, mas si a atual fórmula castelhana gracias. Polo contrário, umha fórmula interjetiva de agradecimento autóctone que si ocorre no galego espontáneo contemporáneo é beiçom, mas esta apresenta caráter marcadamente dialetal, puramente residual. [...] (Na CL-AGAL) somos firmes partidários da socializaçom na Galiza da fórmula obrigado/a como interjeiçom denotadora de agradecimento.

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Chuza