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«me habla en castellano o acabamos la conversación» - Dinheiro público para empresas que desprezam o galego

Do «¿me puedes hablar en castellano?» de Aqualia ó «a mí me habla en español, si no le importa, porque yo soy española» de Fenosa, ó abuso de FCC no Barbança. Hai catro anos a Junta justificava o envio de comunicações em castelhano do Instituto Galego de Consumo a determinadas empresas alegando que «as notificaçoes à empresa vam em espanhol, pois a imensa maioria som empresas de fora». A Junta "ignoraba" que se fornecem serviços na Galiza tenhem a obriga de conhecer o galego. Non é casualidade que esta obriga seja unha grande "desconhecida".

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Pero ti, a quen lle vendes?

Pero ti, a quen lle vendes? E por que non probas a facelo en galego? O galego tamén vende. Non é mellor nin peor que outras linguas, pero é a nosa. Por que non o intentas? Desta volta, mellorar a comunicación da túa empresa ten premio! Proba en Galego é unha campaña da Concellaría de Normalización Lingüística do Concello de Pontevedra para promover o uso do galego no ámbito do comercio e da pequena empresa, como marca de identidade, calidade e proximidade.

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Reintegracionismo de rua

Quês e porquês do reintegracionismo é um ameno breviário da estratégia reintegracionista para a recuperaçom da língua galega, à vez que um percurso polo movimiento social que esta gerou desde os anos ’80. Da autoria de Joseph Ghanime, Beatriz Peres, Valentim Fagim e Eduardo Maragoto —coordenados por José Ramom Flores—, este livro nom está pensado para especialistas e professores, mas para «gente do comum, que queira conhecer de primeira mao os quês e os porquês do reintegracionismo». Longe da assustadora agressividade verbal...

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“Quero que as mulleres falen por elas mesmas, xa que sempre os homes falaron, como ventrílocuos, por elas. Por nós”

Pasácheste ao monolingüismo do galego durante a túa estadía no Colexio Público de Castro de Rei. Por que nese momento? Porque alí me decatei, facendo teatro en castelán cos nenos e nenas, de que era unha impostura dobre, a teatral (obrigada e lóxica) e a lingüística (absurda). Sempre digo que comprendín que vivía en casa alugada tendo casa propia. Na mudanza, axudoume moito un crego que daba clase alí, Xosé Manuel Carballo.

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FCC contra o galego excepto cando lle convén

O presidente da Mesa pola Normalización, Marcos Maceira, e a Mancomunidade de concellos Serra do Barbanza representada polo seu presideste e alcalde de Carnota, Ramón Noceda, mantiveron esta mañá unha reunión para valorar o ataque á oficialidade do galego da multinacional Fomento de Construcciones y Contratas no contencioso aberto coa Mancomunidade.

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Antom Díaz, músico e operário: «Umha ofensiva pola língua e cultura galegas contra a colonizaçom é a estratégia»

Antom é baixista. Foi fundador de Os Papaqueixos e de A Turma Angolo Galega e hoje forma parte de Os 3 Trebóns – junto ao Xurxo Souto e Fran Amil-, dos Ulträqäns, e daBanda Tic-Tac -um projeto para miúdos-, entre outros.Quanto à língua, acha que «estamos a perder a guerra da colonizaçom espanhola, e temos que mirar por soluções próprias e mesmo imaginativas». No que atinge ao terreno musical, acredita que a indústria musical galega «está em cueiros; ainda pior, «em cueiros usados». Destas e doutras matérias falámos com ele.

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O português do Brasil aleija os portugueses?

Tanto nós como os brasileiros partimos duma base comum, e ambos os lados mudaram a língua — há quem diga que nós até fomos mais longe nas mudanças: por exemplo, no som "chchch" na leitura do "s" final das sílabas, que Camões dizia "ssss". Andarmos a discutir onde está a fonte rapidamente descamba em discussões sobre a pureza e a propriedade da língua, e acabamos todos a ter de dizer que falamos galego.

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O goberno español pagará o ensino en castelán, na privada, a 4 familias galegas

O número total de solicitudes rexistradas ascende a 293 no conxunto do Estado español. De elas, 4 refírense a familias galegas que demandaron do Goberno español axudas económicas para escolarizaren as súas crianzas en colexios privados nos que as aulas se imparten en castelán. Estas persoas acolléronse á partida orzamentaria creada por José Ignacio Wert para "compensar", dixo o ministro, o alumnado que quere como lingua vehicular no ensino o español.

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Consultório Lingüístico: Os preços, com vírgula

Em galego-português, o início das casas dos decimais marca-se com a palavra vírgula, de modo que é possível, com efeito, ler a expressom «17,50 €» como «dezassete vírgula cinqüenta euros» (mas nom mediante a fórmula castelhana *«com cinqüenta»); além disso, também é válida a leitura «dezassete euros e cinqüenta cêntimos».

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Eu digo..., un vídeo sobre o galego de Ribadeo vídeo

Eu digo... é unha reacción solidaria e cómplice ao vídeo Ghalegho (chuza.gl/story/ghalegho-video-sobre-gheada-seseo), onde hai unha alusión a Ribadeo que non quixeron deixar pasar sen máis por diante da porta.

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AGAL promove campanha "Galego em liberdade" contra a discriminaçom do galego internacional

A Associaçom Galega da Língua (AGAL) promove a campanha «Galego em liberdade» para combater a discriminaçom que sofrem as pessoas reintegracionistas. O detonante da campanha foi a denúncia pública do escritor Vítor Vaqueiro, desqualificado num certame literário por causa da sua escolha normativa, isto é, por considerar o galego algo inseparável do português. Até o momento, mais de um centenar de pessoas apoiam publicamente a campanha, que continua a receber adesons, assinaturas de galegas e galegos de todas as procedências e profissons.

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0,7% para o galego (português)

Dos 8.400M€ do orçamento global da Junta de Galiza tam só pouco mais de 6M€ som investidos no galego, só 0,07% do total é destinado à política lingüística. Umhas cifras insuficientes. Necessitamos 0,7% para o galego já, porque esses 60M€ poderiam ser investidos, fundamentalmente, na atualizaçom e implementaçom do PXNL assim como no desenvolvimento da Lei Valentim Paz Andrade. Só 0,7%, esse é o New Deal -o Novo Acordo- de que precisa a nossa língua. Multipliquemos o orçamento x10 para multiplicar a língua x100.

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Luxemburgo: crianças portuguesas punidas por falarem português

Creches e ateliês de tempos livres (ATL) públicos no Luxemburgo estão a punir crianças que falem português, uma decisão se estende aos funcionários imigrantes no país. «Foi-nos dito que não podíamos falar português com os miúdos e que eles também não podiam falar português entre eles, é uma regra da casa», diz uma funcionária portuguesa. No mês passado, a criança foi castigada com trabalhos de casa suplementares por ter falado em português com um colega, durante uma visita da turma do 2º ano da escola primária de Rodange à capital.

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´Que o galego e o portugués son o mesmo xa se defendía hai cen anos´

'O reintegracionismo como movemento organizado comeza en 1981-82, coa fundación da Associaçom Galega da Língua (AGAL). O que acontece é que a idea de que o galego e o portugués son a mesma lingua e que, en consecuencia se deben escribir igual, estaba presente desde os propios comezos do galeguismo político e cultural. Na Coruña, o que era a Cova Céltica ou a Liga Gallega, a maior parte dos seus representantes, como Murguía, Tettamancy ou Eduardo Pondal, eran defensores dunha ortografía próxima ao galego-portugués'.

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Largura e comprimento

[...] Ficamos a saber que a grande maioria das descobertas de petróleo e gás natural, a nível mundial, nos últimos dous anos, se encontram em territórios de língua portuguesa, nomeadamente Brasil, Angola e Moçambique. Soubemos também que estes dous últimos países precisarão um determinado número de barcos de grande capacidade para transportar esses combustíveis. A pergunta mais doméstica e imediata que eu me fazia é quem vai conseguir esses contratos de construção naval. [...] Tornar o Galego útil para a Galiza também é uma forma de fazer país.

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Chuza